contemporânea brasileira, tomando os agricultores familiares como os atores por excelência desse
processo. Pelas características da exploração familiar, os princípios agroecológicos encontram terreno
fértil para uma transição a agriculturas de bases ecológicas e o desenvolvimento rural sustentável. Do
“camponês” ao agricultor familiar moderno interpõe-se uma gama de agentes produtivos, apoiados nos
sentimentos de localidade e pertencimento, que se traduzem na coevolução homem e natureza, alicerce
de um conhecimento adquirido ao longo de gerações. Esse saber, fruto da convivência com a diversidade
biológica e sociocultural dos agroecossistemas, tornam os agricultores fontes extraordinárias de cognição
para a geração de CT&I endógenas e localizadas. O território é um conceito chave para participação e a
ação social coletiva. Na atualidade, os agricultores familiares respondem por parcela significativa do
agronegócio nacional e do emprego no campo. A agroecologia apresenta-se com potencial de força
transformadora da realidade rural contemporânea, em especial como bandeira de luta política de
movimentos sociais e de segmentos da sociedade comprometidos com um desenvolvimento equânime e
sustentado.
A Agroecologia é trabalhada como processo, de transição investindo especialmente na consciência dos Agricultores (as) e consumidores (as). É trabalhado em forma de processos Educativos na perspectiva de que “TUDO O QUE NASCE PEQUENO, VIRA PROCESSO E TUDO O QUE NASCE GRANDE, VIRA MONSTRO”. A Agricultura Familiar é o caminho para erradicar a Fome e a Miséria no Brasil.
Na preservação do Meio Ambiente é trabalhado toda a parte dos resíduos sólidos, para salvar o planeta e melhorar a qualidade de VIDA AMBIENTAL. É aproveitado os resíduos sólidos para Geração de Trabalho e Renda. É trabalhando a questão das “SEMENTES COMO PATRIMÔNIO DA HUMANIDADE, A ÁGUA E A DISTRIBUIÇÃO JUSTA DA TERRA”.
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